Parcialmente recomendado para iniciantes. Há argumentos reais a favor deste modelo para quem começa, e a razão é que a placa de nylon é menos rígida do que uma placa de carbono: dá assistência e orientação sem a propulsão agressiva que torna os supertênis inadequados para principiantes. A espuma PWRRUN PB é macia e elástica, o amortecimento é bom à frente e atrás, e a transição de calcanhar é descrita como suave, o que ajuda quem ainda está a construir uma passada estável. Acresce a versatilidade, que permite usar o mesmo par em treinos variados. Especificações: 36 mm no calcanhar, 28 mm no antepé, drop de 8 mm, cerca de 237 g, placa de nylon de asa única, cerca de 500 km, preço aproximado de 5 000 NT$. Três ressalvas: apesar de a placa ser de nylon, continua a ser uma placa, pelo que exige alguma adaptação e não é o mesmo que um treinador simples; a estabilidade é classificada como baixa, o que significa que corredores com necessidades de apoio devem procurar outro modelo; e os testes assinalam que esta geração é menos rápida do que a anterior, o que não afeta um iniciante mas contextualiza a escolha. Para começar, um treinador sem placa é mais prudente; este modelo é uma boa segunda compra.
Saucony Endorphin Speed 5
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Informações básicas
Marca
Saucony
Modelo
Endorphin Speed 5
Ano
2025
Versão por gênero
Unissex
Categoria
Treino de ritmoMeia maratonaMaratonaTreino de velocidade
Terreno
Asfalto
Especificações técnicas
Tecnologia da entressola
Entressola de espuma PWRRUN PB em comprimento total, uma formulação supercrítica. Nesta geração a espuma é descrita como mais macia, mais elástica e menos rígida do que na versão anterior, não por alteração do material mas por uma revisão da geometria e da placa — ou seja, o mesmo composto sente-se diferente porque o sistema em que trabalha mudou. A geometria apresenta 36 mm no calcanhar e 28 mm no antepé, com drop de 8 mm
Estrutura da placa de carbono
Placa de nylon de asa única, e não placa de carbono. Esta distinção é essencial: a placa de nylon é menos rígida do que uma placa de carbono, o que dá assistência e orientação sem a propulsão agressiva de uma sapatilha de competição de topo. É o que faz deste modelo um treinador com placa em vez de um supertênis, e é a razão pela qual mantém a sua utilização em treino de longa distância
Material do cabedal
Malha de engenharia hexagonal, com ajuste de desempenho mas antepé mais largo do que a versão anterior. Os testes descrevem-no como mantendo uma fixação segura ao mesmo tempo que oferece mais espaço a quem precisa dele, o que é uma melhoria concreta face à geração precedente
Configuração do solado
Borracha resistente à abrasão com durabilidade considerada razoável, adequada a um modelo que se pretende usar em treino regular e não apenas em provas. A cobertura é dimensionada para o equilíbrio entre peso e longevidade, uma vez que a utilização prevista é mais ampla do que a de uma sapatilha de competição
Espessura no antepé
28.0mm
Espessura no calcanhar
36.0mm
Drop
8mm
Peso
237g
Experiência de uso
Ajuste
Ajustado
Respirabilidade
(3/5)
Estabilidade
Baixo
Distribuição do amortecimento
Mais no calcanhar
Sensação
Mais macia e mais elástica do que a geração anterior, com amortecimento bom à frente e atrás; menos rígida, o que é uma escolha deliberada
O Saucony Endorphin Speed 5 é um treinador de desempenho com placa de nylon, e é importante precisar desde o início o que ele é: não é um supertênis de carbono, nem uma sapatilha de amortecimento máximo. A placa deste modelo é de nylon e de asa única, menos rígida do que uma placa de carbono, o que lhe dá assistência e orientação sem o carácter agressivo de uma sapatilha de competição de topo — e é precisamente isso que lhe permite continuar a ser usado em treino regular. A entressola é de espuma PWRRUN PB em comprimento total, e a geometria apresenta 36 mm no calcanhar e 28 mm no antepé, com drop de 8 mm. A mudança central desta geração está na sensação: os testes descrevem o modelo como mais macio, mais elástico e menos rígido do que a versão anterior, e atribuem essa diferença não ao material mas a uma revisão da geometria e da placa. Isto tem duas consequências, e ambas devem ser conhecidas. Do lado positivo, o modelo passa a ter mais orientação medial e uma transição de calcanhar muito mais fluida, o que resolve um problema apontado à versão anterior: quem a considerava demasiado firme para corridas longas beneficia agora de uma passada mais relaxada que mantém o amortecimento ao longo do tempo. O cabedal também melhorou, com um antepé mais largo do que a versão anterior sem perder a fixação segura, o que é uma melhoria concreta para pés um pouco mais largos. Do lado do custo, os testes são explícitos: o modelo é menos rápido e ligeiramente mais pesado do que a geração precedente. Isto não é um defeito — é uma escolha deliberada de priorizar conforto, controlo e versatilidade em vez de velocidade máxima — mas deve ser sabido, porque quem procura o carácter mais agressivo da versão anterior vai encontrar aqui algo diferente. Os pontos fortes documentados são a versatilidade, que é o centro da proposta: o modelo lida bem tanto com corridas longas como com treinos exigentes; a transição de calcanhar suave; o bom amortecimento tanto no antepé como no calcanhar; e um ajuste de desempenho com mais espaço. A durabilidade é mais longa do que a das sapatilhas de carbono da mesma gama. Em resumo: é uma escolha muito coerente para quem quer um par para treinar rápido e competir, sem ter de gerir um supertênis caro e frágil — e não a opção para quem procura a velocidade máxima.